CUSCO

É comum o turista perder o fôlego ao desembarcar no aeroporto de Cusco, seja por causa dos efeitos da altitude (a cidade está localizada a 3400 msnm) ou da impressão causada pelas construções históricas da cidade.

 

À primeira vista, ela pode até lembrar uma típica cidade colonial espanhola, como tantas outras, mas um curto passeio pelo centro irá revelar um lado oculto em boa parte de suas construções.

Nosso roteiro se inicia pelo centro da cidade, mais precisamente na linda Plaza de Armas, rodeada de igrejas, lojas e restaurantes.

 

Poucos passos dali, conheceremos o que sobrou do principal templo do império inca, o Koricancha, quase totalmente destruído pelos espanhóis, que ergueram ali o Convento de Santo Domingo, que ainda hoje guarda pinturas, esculturas e outras obras de arte sacra.

 

Partindo do Koricancha, visitaremos a imponente Catedral de Cusco, a pedra dos 12 ângulos (foto ao lado) e seguiremos colina acima rumo ao Parque Arqueológico de Sacsayhuamán (que inclui a magnífica fortaleza que leva o mesmo nome, foto abaixo) e os sítios arqueológicos de Kenko, PucaPucara e Tambomachay, este último distante 8 km do centro de Cusco.

É imperdível porque...

• Cusco era a capital e o mais importante centro administrativo e cultural do império inca;

 

• Visitaremos diversos edifícios coloniais de Cusco, muitos deles erguidos sobre antigas construções incas;

 

• Ainda hoje, arquitetos, engenheiros e pesquisadores de todo o mundo não conseguiram compreender as técnicas utilizadas pelos antigos moradores da cidade no que se refere ao corte, polimento e encaixe das pedras (algumas de toneladas);

 

• Os sítios arqueológicos nos arredores da cidade revelam muito acerca de como funcionava a sociedade inca;

 

• Passear pela cidade de Cusco é sempre um colírio aos olhos. Em nenhum outro lugar do mundo nos sentimos tão próximos das culturas andinas como ali!;

 

• As centenas de construções espanholas espalhadas pela cidade foram erguidas com pedras retiradas dos antigos templos incas. Portanto lembre-se: o que vemos nos sítios arqueológicos são ruínas. Apenas o que os espanhóis não conseguiram destruir na época da grande invasão.

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